segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Pe.Theodoro Ratisbonne - Memorial


"Fazei isto em memória de mim" Lc 22,19


Depois de instituir o mistério da imolação e da maducação do seu Corpo sagrado, Jesus confere a seus apóstolos o poder de reproduzí-lo; poder divino que, por sua vez, transmitiram os apóstolos ao sacerdócio católico. É assim que o sacramento da santa Ceia, bem como o sacrificio da cruz, subsiste para sempre na Igreja. O mistério da missa não é um novo sacrifício acrescentado ao do Calvário; ele é idênticamente o mesmo e não cessará de renovar-se misteriosamente até ao final dos séculos. Assim como o espírito e a vida de Nosso Senhor Jesus Cristo se propagam nos fiéis, pelo sacramento da sagrada Mesa, do mesmo modo sua paixão e sua morte se perpetuam no sacrifício do santo altar. A alma cristã participa eficazmente da missa quando se une ao mesmo tempo à vida e à morte de Jesus; é somente satisfazendo essa condição que dela se retiram os frutos de bençãos e de salvação.

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