quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Catecismo (CIC) A filha de Sion por excelência


§489 Ao longo de toda a Antiga Aliança, a missão de Maria foi preparada pela missão de santas mulheres. No princípio está Eva: a despeito de sua desobediência, ela recebe a promessa de uma descendência que será vitoriosa sobre o Maligno e a de ser a mãe de todos os viventes Em virtude dessa promessa, Sara concebe um filho, apesar de sua idade avançada. Contra toda expectativa humana, Deus escolheu o era tido como impotente e fraco para mostrar sua fidelidade à sua promessa: Ana, a mãe de Samuel, Débora, Rute, Judite e Ester, e muitas outras mulheres. Maria "sobressai entre (esses) humildes e pobres do Senhor, que dele esperam e recebem com confiança a Salvação. Com ela, Filha de Sião por excelência, depois de uma demorada espera da promessa, completam-se os tempos e se instaura a nova economia"

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Joseph, Cardinal Ratzinger - A Igreja e Israel são inseparáveis.


La description merveilleuse, dans le chapitre 12 de l'Apocalypse de Jean, de la femme enveloppée de soleil, une couronne de 12 étoiles sur la tête, enceinte et dans les douleurs de l'enfantement est Israël qui accouche de celui "qui conduira toutes la nations avec une verge de fer " (Ps 2, 9) ; et pourtant cette femme représente le nouvel Israël, mère des peuples nouveaux, et elle est personnifiée en Marie, mère de Jésus. La réunion de ces trois notions - Israël, Marie, l'Eglise - montre comment, pour la foi des Chrétiens, Israël et l'Eglise étaient et sont inséparables.

A maravilhosa descrição no capítulo 12 de Apocalipse de João da mulher vestida de sol, com uma coroa de 12 estrelas e sobre a cabeça, grávida e nas dores do parto é Israel que gera “Quem conduzirá todas as nações com cetro de ferro” (Sl 2,9); esta mulher também representa a Nova Israel, mãe do povo novo, e ela é personificada em Maria, mãe de Jesus. A reunião de tres noções – Israel, Maria, Igreja – mostra como, para a fé cristã, Israel sempre foi e são inseparáveis.


(L’Osservatore Romano, 29.12.2000)