segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Pe.Theodoro Ratisbonne - Parábola do fariseu e do publicano. Lc 18,10-14



Da narrativa desta parábola concluímos que Deus prefere o pecador humilde ao justo presunçoso. Altíssima lição que nos faz claramente compreender o preço da humildade, companheira inseparável de todas as virtudes evangélicas. Sem ela, estas virtudes degeneram em vícios. Está escrito que Deus resiste aos soberbos e concede sua graça aos humildes. Os raios do sol deixam áridos os cumes das montanhas, ao passo que aquecem e fecudam os vales. O que dá ao homem a glória e a nobreza não são nem o ouro, nem a ciência, nem os títulos; é na humildade cristã que se incerra o germe da verdadeira grandeza.

Um comentário:

Edvaldo disse...

Bom Dia Pe. Valdenício.
Espero e desejo que o Sr. esteja bem e, em paz.
Eu me prendi a esta narrativa do evangelho de São Lucas.
Eu entendi que o fariseu ao apresentar a sua conduta como fazer jejum e pagar o dízimo estaria julgando e justificando-se, ser melhor do que os outros homens que ele mencionou em sua oração como os ladrões, desonestos e adúlteros, ao fazer este julgamento ou justificação como se estivesse prestando contas a Deus, lhe faltou a humildade, porém, de justo ele passou a ser pecador, porque o julgamento só a Deus pertence. O publicano (cobrador de impostos) ainda que não contribua com o dízimo e não faz jejum, mas reconhece e confessa diante de Deus que é pecador, esta atitude de humildade o faz grande diante do Senhor. A atitude do fariseu é semelhante ao homem que dá esmolas, partilhando o que tem com os mais necessitados e depois fica dizem as pessoas que ajudou o próximo.
Obrigado pela reflexão de hoje.
Realmente é uma lição de vida.
Não basta ser perseverante e insistente. É preciso reconhecer e confessar a própria pequenez.
Fraternos abraços.

Do Irmão e amigo.

Edvaldo B. Gonçalves
Equipe N. Sra. das Graças
Região SP SUL1 - Setor Arujá